quinta-feira, 22 de julho de 2010

(...)Abri minha janela, derrubei meus muros, desarmei minhas torres, saí de meu castelo, deixei minhas portas todas abertas e fiz uma grande descoberta. Não adianta me esconder ou fugir. A vida é o que acontece lá fora enquanto eu fico fingindo ou me protegendo. Quem quiser que me ame como eu sou. E eu sou o que escrevo, sou o que sinto, sou o que penso, sou o que vivo. Abri minha janela para ouvir o barulho da chuva, agora, não mais resisto, vou lá fora para me molhar.

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