quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Poderia falar tanto sobre tu. Tu e esse teu sorriso que enche a minha alma de amor. Teu sorriso é ímpeto, é benevolente, visto que cada milímetro dele emana mistério. Uma história cheia de fantasias. Eu poderia escrever mil versos completamente exagerados de amor. Não teriam rimas. Não teriam boa ortografia. Mas eu te encontraria neles, eu te encontro em todo canto, eu te encontro em mim. Eu te perco em mim. Eu me perdi. Eu me perdi nos teus olhos de criança. Me perdi no teu olhar inocente e infantil. Me perdi no teu sorriso.
Ainda que faltem as palavras necessárias para descreverem tal sentimento, digo-te que é loucura te amar, pois as pernas tremem e como diria minha avó, quase tive um ataque do coração. Arde tanto… Arde em meu peito. Preenche meu coração. Minh’alma sorri e chora. Ama-te e te adora. Odeia-te e te venera. Seguirei, então, assim, desajeitada forma de te amar.
Eu poderia te falar tanto e ao mesmo tempo eu não consigo dizer nada. Às vezes tenho a sensação de que apunhalaram-me pelas costas ou atiraram contra meu peito o objeto metálico mortal. Não estou morta por dentro. Não dói. Eu gosto de ti de um jeito tão doce e verdadeiro que mil palavras e nenhuma palavra conseguiria definir meu sentimento. E quando estou ao teu lado tenho certeza que nada descreveria a grandeza indomável que existe dentro de ti.
Nanda Loureiro

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